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Astérix & Obélix XXL

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Astérix & Obélix XXL
Categoria: PC Games

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Astérix e Obélix fazem parte da famosa banda desenhada de Goscinny com o mesmo nome. É uma série conhecida em quase todo o mundo, especialmente na Europa, e só mesmo quem viveu dentro dum buraco nestes últimos anos não terá ouvido falar ainda sobre estes heróis.
Astérix é um baixo, mas corajoso gaulês que, quando encantando com a poção mágica de Panoramix, se transforma num verdadeiro terror para os romanos, derrotando-os à estalada. Obélix é um enorme bonacheirão, que se diz ter caído num caldeirão de poção mágica quando era criança, ficando super-forte.
Neste jogo, teremos que ajudar Astérix e Obélix a salvar os seus conterrâneos que foram capturados pelos romanos.
Não existem muitos jogos à volta destes dois heróis, e dos poucos que existem apenas um apresentava alguma qualidade. XXL surpreendeu-nos logo à partida duma forma positiva e ao mesmo tempo duma forma negativa. O jogo virá traduzido e falado em várias línguas mas, infelizmente, a portuguesa não é uma delas.


Requerimento:
Windows® 98/2000/Me/XP
CPU de 700 Mhz MMX ou superior
Memória: 64 MB para Windows® 98 e ME e 128 MB para Windows® 2000 e XP
Disco Rígido: 663 MB
Drive de CD-ROM: 4x de velocidade (8x recomendado)
Vídeo: 32 MB ou superior (Geforce2 GTS ou Radeon 7500 ou superior recomendado)
Som: Compatível com Windows® 98, 2000, Me, XP
Direct X: Versão 9.0b, incluso ou superior
Rede/Modem: Não há informações disponíveis


Trailer:
Nao disponivel

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Assassin's Creed

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Assassin's Creed
Categoria: PC Games

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Ano: 2008

Assassin's Creed é um jogo de ação em terceira pessoa que põe o jogador na pele de Altaïr (águia voando, em árabe), um membro de uma seita de assassinos denominada Hashsashin. Sua missão é eliminar 9 figuras responsáveis pela terceira cruzada, devendo passar pelas cidades de Damasco, Jerusalém e Acre. Para que Altaïr seja bem sucedido, ele deve usar armas como espadas, bestas e facas, assim como destreza e agilidade para escalar edifícios, fugir de cruzados, e até mesmo ser perspicaz o suficiente para se esconder nos momentos mais difíceis.
Um aspecto fundamental do jogo é a inteligência artificial, capaz de ilustrar a interação entre as pessoas na rua, mantendo características individuais. As pessoas poderão reagir de maneiras diversas de acordo com suas atitudes, ou seja, ao matar um guarda, alguns o perseguirão até que você esteja morto e outros fugirão como covardes.
A partir desse mundo com muitas variáveis, são propiciadas inúmeras possibilidades de agir furtivamente, evitando atrair atenções indesejadas. Contudo, o jogador não se limita a seguir um caminho linear, ao contrário, ele tem um mundo rico em detalhes e amplo para explorar.
Outras características notáveis de Assassin's Creed são os gráficos de última geração, a jogabilidade inovadora e realista; alguns aspectos sonoros que terão papel fundamental no desenrolar da trama, como prestar atenção na conversa de estrangeiros para descobrir seus planos. Com tantas qualidades, o jogo promete marcar presença na biblioteca de muitos jogadores, até mesmo na dos que não ligam muito para jogos de ação.

Requerimento:
S.O. Suportados: Windows XP/Vista (Somente)

Processadores: 2,4 GHz (ou 2.2 GHz para processadores Dual Core)
Ram: 2 GB de memória RAM (3GB recomendados)
Espaço no HD: 12 GB de espaço livre em disco
Placas de Vídeo: Placa de vídeo 3D de 256 MB com suporte as tecnologias Pixel Shader 3.0 (Recomendado Placa de vídeo de 512 MB)
Som: Placa de som compatível com DirectX 9 ou 10 e bibliotecas DirectX 10.0 (inclusas).
DVD-ROM: 4x DVD-ROM drive
Periféricos: Mouse, keyboard, Windows-compliant gamepad ou joystick

*requerimento mínimo: Pentium D de 2.4 GHz ou um AMD X2 Athlon 3800+ com uma placa de vídeo com suporte a Pixel Shader 3.0 (ATi X1300, NVidia 6600 ou superiores).


Trailer:

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Area-51

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Area-51
Categoria: PC Games

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Area 51 leva você à famosa (e suposta) base militar norte-americana que abrigaria discos voadores e extraterrestres capturados.
Lançado recentemente para PC, Playstation 2 e Xbox, o jogo de tiro em primeira pessoa foi bem recebido pela crítica especializada.

Requerimento:
Windows 2000/XP;
Intel P3 1.4GHz or AMD Athlon 3000+, Sempron 2200+ or greater;
4X Speed CD/DVD;
256MB;
DirectX 9.0b Compliant Sound Card;
DirectX 9.0b (supplied on CD);
Video Card Requires a minimum of 32MB RAM

As placas suportadas incluem:
ATI Radeon series (8500 or better);
Nvidia Quadro series;
Intel Extreme Graphics (non-T&L; requires 2.0 GHz processor) 865G, *865GV and GMA 900 chipsets;
GeForce3, 3 Ti;
GeForce4, 4Ti, MX 420, 440;
GeForce FX 5200, 5600, 5700, 5800, 5900, 5950;
GeForce 6600, 6800


Trailer:

Obs.: Vídeo apenas para fins de demonstração.
Não significa que a qualidade deste vídeo seja a mesma dos Links

T

 

 

 

Alone in the Dark 5

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Alone in the Dark 5
 
Categoria: PC Games
 
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Ano: 2008
País: EUA
Ficha Técnica:
Gênero: Aventura / Horror
Distribuidora: Atari
Desenvolvedora: Eden Studios
Site oficial: http://www.centraldark.com

Sinopse:

A série "Alone in the Dark" nasceu em 1992 e foi um dos primeiros jogos a trazer os fundamentos do estilo que é tratado como "horror de sobrevivência", quatro anos antes de "Resident Evil" popularizar o estilo. Já estavam lá os quebra-cabeças, os ambientes 3D e criaturas horrendas. Pela escassez de armas, evitar os monstros era fundamental e a sensação de ter a vida ameaçada deixava ao menos um fio de tensão no ar.
Agora, quatro jogos e 13 anos depois, a Eden Studios, de "Cold Fear", está trazendo a lendária franquia para a nova geração de consoles e PC, aproveitando o imenso poder de processamento para garantir a atmosfera macabra que sempre norteou a série.
Seguindo a tradição, o protagonista será Edward Carnby, que tem alcunha de "detetive sobrenatural". O personagem sempre foi cercado de mistérios e mais um acaba de ser incorporado. É que o primeiro "Alone in the Dark" se passa no final da década de 20 e o presente episódio, em 2006. Carnby, aparentemente, mantém a mesma aparência de jovem adulto de sempre.
O cenário do novo episódio será o Central Park, famoso ponto turístico de Nova York. Temas ocultistas estarão em pauta, além de questões existenciais como a vida após a morte. Todo o microcosmo do parque, que tem restaurantes, cinemas e até mesmo um zoológico, deverá ser explorado.
Além dos elementos de exploração e quebra-cabeça, um dos focos da série, "Near Death Investigation" trará maior peso na ação. Os tiroteios têm lugar garantido, mas agora também haverá cenas de ação furtiva e combates corpo-a-corpo. Porém, os cenários interativos terão um peso grande para enfrentar os inimigos.
Usando a tecnologia Havok 3.0, a produtora criou ambientes que obedecem às leis físicas e que funcionarão segundo a lógica. Ou seja, haverá muitos elementos nos cenários que poderão ser usados para fugir dos perigos ou resolver um quebra-cabeça. O fogo também será elemento ativo no funcionamento do jogo.
A narrativa também sofreu modificações. Talvez influenciado por séries como "Lost" e "24 Horas", o novo "Alone in the Dark" será dividido por episódios. Cada um deles durará cerca de 30 minutos e terá uma conclusão parcial. Isso faz com que mesmo quem tenha pouco tempo possa ir avançando aos poucos, sem se perder no enredo, mas ainda assim chegar a um objetivo. Toda vez que iniciar um novo episódio, aparecerá também uma breve recapitulação.
Os cenários fazem bom uso de técnicas de iluminação, primordiais para a criação de ambientes de terror. Em uma das cenas, é possível ver a sombra de um ventilador que se movimenta lentamente, cujas projeções percorrem a tela inteira. Sombras dinâmicas como essas estarão em quase todo o game. A intenção é se aproximar o quanto puder da realidade.


Requerimento:
Mínimo:
Processador: Pentium IV 2,8 GHz ou Athlon 64 equivalente
RAM: 1,0 GB de memória
Espaço em disco: 9,5 GB livres em disco

Recomendado:
Processador: Pentium IV 3,4 GHz ou Athlon 64 equivalente
RAM: 2,0 GB de memória

Sistema Operacional: Windows XP/Vista, 32 bits/64 bits
DirectX: 9.0c
Outros: Vídeo: NVidia GeForce 7600 ou ATI Radeon X1950 ou superior (recomendado: NVidia GeForce 7800 GTX ou ATI Radeon X1950 XTX ou superior).


Trailer:

Obs.: Vídeo apenas para fins de demonstração.
Não significa que a qualidade deste vídeo seja a mesma dos Links

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Alarm Für Cobra 11 - Nitro

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Alarm Für Cobra 11 - Nitro
 
Categoria: PC Games
 
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Um jogo de corrida capaz de fazer os mais céticos grudarem na cadeira!

Requerimento:
* Windows XP with Service Pack 2
* DirectX 9.0c
* Athlon XP or Pentium IV 1.8 GHz ou maior
* 256 MB RAM
* 3D video card with at least 128 MB, at least Shadermodel 2.0, HW T&L supported
* DirectX 9.0c compatible sound card
* 1.3 GB free hard drive space
* 2x DVD ROM
Supported video cards: AGP 4x / 8x or PCI Express
* ATI Radeon 9600 ou maior
* nVidia GeForce 6600 ou maior.


Trailer:

Obs.: Vídeo apenas para fins de demonstração.
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Age of Mythology

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Age of Mythology
 
Categoria: PC Games
 
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Ano: 2005
 
Sinopse:
Minha primeira reação ao ter o Age of Mythology nas mãos foi de desconfiança. Seria possível mesmo que a Ensemble Studios tivesse melhorado uma fórmula já tão boa como a dos Age I e II? Felizmente, o Age of Mythology é uma ótima surpresa para os fiéis do jogo. Além de graficamente melhor, o jogo consegue manter o melhor da série: é interessante, simples sem perder a complexidade do enredo e faz com que qualquer iniciante torne-se automaticamente um fã.
No Age of Mythology, uma civilização protegida por seu bando de deuses tem que ir levando uma vidinha simples, construindo suas cidades e conquistando terras ao mesmo tempo em que luta contra uma civilização adversária. A civilização padrão é a grega, mas o jogador pode escolher também ser da egípcia ou nórdica. A civilização grega leva vantagem em relação às outras pois aparentemente tem mais opções de armas, exércitos e recursos divinos. Mas as aparências enganam. Basta um ligeiro arranca-rabo entre os hoplitas (guerreiros médios gregos) e alguns egípcios para logo vir a vontade de virar a casaca. Os egípcios saem pulando contra os inimigos e deixam qualquer herói grego no chinelo.
Criaturas míticas de humilhar qualquer ser humano não faltam no Age of Mythology. O modo de obtê-las também é bem incomum. Além de gerar aldeões e guerreiros na academia militar, o jogador tem que se acostumar a agradecer a Deus, ou melhor, mandar o tempo todo que os aldeões façam isso. Um bom grupo de centauros ("soldado" grego metade homem e metade cavalo) quebra o galho contra egípcios voadores bem melhor do que os bons e velhos heróis gregos, o soldado humano teoricamente mais poderoso.
A estratégia também muda um pouco no Age of Mythology. Organizar a despensa da civilização com madeira, ouro e alimento é bem semelhante ao processo nos Age anteriores. O de gerenciamento divino é que precisa de observação e muita fé. Por incrível que pareça, a deusa do amor Afrodite pode ser muito mais competente guiando o exército do que seu rival, um tal de deus da pestilência.
Detalhe: não se trata de incorreção histórica do game, que não destrói nenhuma aula de história geral, mas pode até ajudar. Os personagens no AOM estão bem fundamentados e no contexto certo.

Deixando tudo na mão de Deus:
O jogador de pouca fé pode achar que o AOM só traz o processo de gerenciamento divino para aumentar o poder sobre os aldeões, no melhor estilo Black & White. Não exatamente. Os deuses podem até interferir na construção da civilização mas o melhor uso é na escolha dos poderes divinos, que podem ser usados contra os inimigos para vencer as batalhas.
Deixar tudo na mão do deus escolhido é complicado. São menus infinitos, descrevendo desde o estilo do penteado de Afrodite até a predileção por moscas do deus da pestilência. Tudo muito interessante, mas que pode fazer com que uma batalha dure horas gastas apenas com muita leitura. Ir tentando os deuses certos e contrabalançar é a melhor pedida.

Procurando Atlântida no mapa:
A fé no deus escolhido é importante, mas está bem longe de mover montanhas. Assim como nos Age anteriores, o jogador fica bem mais tranquilo sabendo exatamente aonde está pisando. Saber quando botar os aldeões ou os soldados para correr é a chave para explorar a terra desconhecida e ficar pronto para os inimigos.
Outro detalhe importante do AOM é que os navios são fundamentais na exploração das terras estrangeiras. E não adianta só saber onde fica Atlântida no mapa, por exemplo. Bater o olho no mapa das terras e "adivinhar" de onde virão os inimigos ajuda mais do que qualquer criatura divina espalhada aleatoriamente.

O primeiro Age com TV interativa:
O Age of Mythology funciona em 3D razoavelmente bem. A novidade ainda está colocada meio "cosmeticamente", com detalhes importantes como altura de montanhas e visão panorâmica meio fora de cena. Mas um recurso de escolha de ângulo de câmera semelhante aos de TV interativa aliado com o 3D ajudam bastante. Colocando a "terrinha" em perspectiva, fica bem mais fácil para o jogador saber o que diabos o seu povo anda fazendo.
Mesmo assim as novidades são de dar bocejos a outros games requintados graficamente, como Diablo II ou Vice City. A expectativa é que o AOM ganhe expansões em breve com mais recursos "moderninhos". O melhor da série, no entanto, já está no Age of Mythology: é um jogo de perder horas. Interessante para diversos públicos (jovem, adulto, mulheres), apesar de não ter civilização cristã, com certeza o Age of Mythology fará o Natal da Microsoft Games.


Requerimento:
Processador Pentium - 450 MHz ou equivalente
RAM - 128 Mb
Disco Rígido - 1,5 Gb
CD-ROM - 4x
Outros Placas de vídeo - 16 Mb e de som e de vídeo, mouse
Multijogador Modem - 56 Kbps
E mais Windows 98/Me/XP/2000.


Trailer:

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Age of Empires 3 - The War Chiefs (Expansão)

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Age of Empires 3 - The War Chiefs (Expansão)
 
Categoria: PC Games
 
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Jogo:
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Tradutor Português BR:
Arquivo
 
 
Ano: 2006
 
Ficha Técnica:
Distribuidora: Microsoft Game Studios
Desenvolvedora: Ensemble Studios
Gênero: Estratégia em Tempo Real/ Histórico
Faixa etária: 14 anos

Sinopse:
Age of Empires Warchiefs é uma expansão que requer a versão básica da terceira versão de Age of Empires 3 e é realmente uma adição considerável para aqueles que são fãs da série, sendo que os novos elementos históricos e povos nativos do Novo Mundo (leia-se Américas) proporcionam uma boa dose de novas horas de jogo para os que já esgotaram as possibilidades da versão original.
Uma das novidades cruciais da série é a possibilidade da vitória ser atingida pelo monopólio comercial, através da conquista da maioria das feitoria disponíveis no mapa. Desse modo, em vez da matança deliberada contra as cidades inimigas o jogador por optar por construir pequenas fortalezas em torno das feitorias e alcançar o êxito de maneira inesperada.
Já a presença de povos indígenas contextualizam o jogador sob a perspectiva dos povos dominados no período de colonização, onde esses incríveis guerreiros utilizam técnicas inusitadas como a dança em volta da fogueira que provêm determinados bônus escolhidos pelo jogador, por exemplo. Há também a arriscada opção do jogador optar por promover uma verdadeira revolução em sua cidade, tornando todos os aldeões em unidades militares além do aparecimento automático de determinado número de infantaria, cavalaria e artilharia. Diz-se arriscado pois o jogador não poderá, a partir deste momento, coletar mais recursos nem criar unidades coletoras, fazendo desta opção uma possibilidade a ser reconsiderada antes de ser escolhida.
Algumas novas construções, uma campanha que mantêm parte do enredo original e as novas civilizações do povos Iroquais, Sioux e Aztecas tornam esta expansão uma boa alternativa para os que acharam a campanha e as possibilidades da versão original limitadas.


Requerimento:
Ter O Game Age of Empires 3 Instalado.

Processador: Pentium IV 1,4 GHz ou Athlon equivalente
RAM: 256 MB de memória
Vídeo: 64 MB
Espaço em disco: 2,0 GB livres em disco.


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Obs.: Vídeo apenas para fins de demonstração.
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